Integrantes

Vinicius Lourensato 🎤

Minha jornada musical começou ainda na infância, quando meu pai, que sempre teve bandas de Metal, levava eu e meu irmão aos shows durante as turnês. Todos os dias ele ouvia muitos discos de rock, como: Skid Row, Journey, Iron Maiden, Judas Priest e Helloween. Por outro lado, minha mãe e meu tios que eram do movimento punk também me passaram várias influências: Sex Pistols, Ramones, Misfits, The Clash, The Casualties, etc... 
Na adolescência, comecei a explorar outros subgêneros do rock, como Metalcore, Emo e Post-Hardcore. Fui me apaixonando cada vez mais por esses estilos e pelas bandas que os representavam, mas a essência do Heavy/Power Metal e do Punk ainda permanecem vivas. Por volta dos 13 anos, comecei a estudar técnicas vocais por conta própria (até então eu imaginava que seria guitarrista), mas ao focar na voz, algo mudou. Percebi que havia encontrado algo no qual realmente me orgulhava e sabia que poderia me destacar.
Desde então, minha trajetória tem sido um constante aprendizado e evolução, conhecendo novas pessoas e vivenciando experiências únicas. O caminho para o crescimento é longo, mas tenho grandes expectativas para o futuro e continuo buscando me aprimorar a cada dia.

🎸Pedro Gabriel

Sou filho de um baterista e de uma mãe que sempre sonhou em ver o filho tocando algo. Comecei ouvindo música tradicional gaúcha e sertanejo raiz por influência da minha mãe, até que aos meus 6 anos de idade minha mãe conheceu um cabeludo com uma coleção de CDs de metal. Naturalmente me apaixonei por esse universo e, para o desespero dela, fiquei viciado em Led Zeppelin, Guns n' Roses, Nirvana, Metallica e Iron Maiden. Insisti muito para ganhar a primeira guitarra e o resto é história. O caminho é comum a muita gente, do clássico Iron Maiden, passei pela escola do grunge, do thrash, do nu metal, até conhecer o querido Metalcore. Foi amor à primeira vista, fez parte da minha vida, da minha história, e da minha personalidade. Foi inspirado nisso que criei a Falling Ashes com meu amigo. Não queria simplesmente criar músicas, mas causar nas pessoas o que minhas bandas preferidas causaram em mim.


Iago Nobre 🥁

A minha história com a música antecede o meu nascimento. Meu pai (meu grande super-herói) antes de trabalhar com empresas, era músico profissional e vivia de tocar e dar aulas. Pra mim foi inevitável seguir o mesmo caminho (mesmo com ele implorando pra eu não seguir, alegando que eu passaria fome… Talvez ele não esteja tão errado assim). Meu maior interesse veio aos 2 anos de idade, quando ganhei uma bateria infantil. Ali desenvolvi meu primeiros ritmos, chegando ao ponto de estar tocando na banda da igreja já aos 7 anos. Desde a infância sempre fui chegado ao Metal, ouvindo bandas como Slipknot, Avenged Sevenfold e Linkin Park. Desde essa época eu já me fantasiava igual meus ídolos da música e sonhava em tocar para mares de pessoas. Na adolescência descobri o mundo do metalcore e do emo, e foi ali onde me senti em casa e acolhido dentro da música. Inclusive, luto pelo dia que poderei voltar a usar franja no olho sem ser julgado pela sociedade! 


🎸 Humberto Peres

Minha história com a música começou meio por inveja do meu irmão. Eu via ele tocando guitarra, montando banda e sendo o "cara do rock" da casa. Então pensei: ué, eu também quero isso aí! Além disso, meu pai (F) sempre tocava de tudo, de rock clássico a metal, então eu meio que não tive escolha. Desde pequeno já queria ter minha banda e fazer minhas próprias músicas (mesmo que, no começo, fosse só barulho mesmo). Na adolescência, descobri o metalcore, e pronto. Foi amor à primeira ouvida. Guitarras pesadas, breakdowns de explodir o pescoço e aquele mix perfeito entre melodia e pancadaria—era tudo que eu precisava. Desde então, é esse som que tá comigo (e que provavelmente já fez meus vizinhos se arrependerem de morar perto).

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